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Jardim japonês

Efeitos estéticos repletos de significados, num lugar onde reinam a paz e a harmonia, integrando o homem ao universo através das formas da natureza. Plenos de mensagens, os jardins japoneses expressam a eterna busca da perenidade, convidam à reflexão e estimulam a espiritualidade.

Seus preceitos orientam o povo do Sol Nascente e a cada dia ganham espaço nas residências ocidentais. Executados em grandes áreas, ou até mesmo em cantinhos restritos, os jardins japoneses abrigam setores ligados entre si, cheios de simbologias e princípios filosóficos baseados no conceito de Yin (feminino) e Yang (masculino).



De visual leve e preciso, combina com arte, plantas, pedras, água e a luz do sol, sugerindo repouso e meditação. O ponto de partida é reproduzir a natureza, miniaturizando seus elementos, seja pela disposição das plantas, seja pelas formas de pedras e lagos.

Logo à entrada, mesmo em um pequeno canteiro, estão contidas diversas representações. As plantas com flores perfumadas, como pitospóros e magnólias, simbolizam o irashai (seja bem-vindo). Afastando os "maus espíritos" as nandinas, que evitam a proliferação de bactérias, são geralmente colocadas a sudoeste, onde há maior umidade. Para completar o cenário, aparece a família, encarnada por pedras ou plantas. Uma pedra grande ou um pinus pode ser o mestre do jardim, representando o pai. Ao lado, uma pedra menor ou uma azaléia simboliza a mãe. Os filhos aparecem nos bambus plantados bem próximos aos dois. Se houver espaço, é possível que parentes próximos e amigos estejam presentes nos talos da ráfis.

Pinheiros maiores, que agem como guardiões da casa, protegem a família toda. Um corredor cercado por heras e podocarpus saúda os visitantes bem-vindos, que caminham sobre pedras irregulares formando uma linha sinuosa. O percurso deve ser feito lentamente, para uma observação demorada de cada elemento. O objetivo é isolar o mundo exterior, favorecendo a interiorização.

O fim do corredor é marcado por uma pedra côncava que abriga a água corrente que passa por ela, anunciando a proximidade do interior do jardim e convidando os visitantes a lavar as mãos: os maus espíritos não resistem à força da água.

Sintetizando os elementos da natureza, a parte interior do jardim busca aguçar a visão, o tato, o olfato e a audição, através dos sons da queda d'água e do vento, dos diferentes odores, texturas e efeitos de luz e sombra.

Recoberto com zoyzia (grama japonesa), íris e dicondra, o chão se compõe de relevos e nuanças. O efeito provocado pelo conjunto é sinestésico. Essa atmosfera anula as tensões e permite ao visitante do jardim desfrutar da companhia da família que o hospeda, já retratada pelos símbolos. Detalhe: quando o pai for representado pelo pinus, este deve apresentar torções dos galhos, obtidas com podas. O importante é manter o pai sempre em evidência, num local ensolarado.

A ambientação conta ainda com as lanternas japonesas, chamadas tooro, feitas com cimento, granito ou entalhadas em pedras. A colocação deve obedecer à disposição triangular, formando os pontos chin (mestre), soe (terra) e tal (céu), representando a trindade. Essa simbologia pode aparecer com pedras ou plantas também. A representação da sagrada torre de pedra, o gorin-no-to, que simboliza o céu, o vento, o fogo, a água e a terra, serviu para o desenvolvimento do desenho do tooro e de outras formações com pedras, onde a base retangular representa a terra, o triângulo o céu e o círculo, entre os dois, o homem.

Os antepassados também aparecem no jardim japonês, nos troncos de árvores fincados à beira da água, que corre para formar um tanque com carpas, que, com seu intenso colorido, traduzem a sorte e a felicidade. O tanque, que representa o mar interior, se localiza no centro do jardim. Para abastecê-lo, a água corrente vem de uma cascata que fica no leste, no oriente. O escoamento é feito para o oeste, ocidente, para onde são levadas as impurezas. Pontes devem aparecer sobre a água, refletindo a busca de caminhos superiores, acima de todas as coisas.

Outra figura simbólica importante é a representação em pedras ou terra do monte Sumeru, o centro do mundo, segundo a tradição budista. Um fator a ser levado em consideração é o uso de plantas de crescimento lento, para que o jardim permaneça com a mesma aparência, numa demonstração de perenidade, como se ele estivesse ali há milênios.

Algumas plantas devem ser evitadas nesse jardim, segundo a tradição japonesa. Por ter flores que caem inteiras, significando cabeças decepadas, a camélia não aparece nas casas dos samurais. A cerejeira, árvore-símbolo do Japão, também fica ausente, pois suas folhas caem facilmente, representando perdas e modificando visualmente o espaço. Mas nada impede que sejam plantadas do lado de fora da entrada do jardim.

Todo o espaço, quando necessário, pode receber cercas de bambu com amarrações. Altas ou baixas, fechadas ou com frestas, elas protegem de forma harmoniosa, sem se chocar com a ambientação.

As pedras têm grande importância nos jardins japoneses, nos quais são usadas às toneladas. Os formatos mais comuns são os arredondados, sugerindo a ação de desgaste pelo tempo. Dispostas de forma casual, compondo montes ou trilhas, as rochas foram utilizadas pelos monges japoneses para compor todo o jardim, abolindo o uso das plantas. Esses jardins compostos apenas por pedras são típicos de mosteiros Zen e Xintoístas, e exploram uma combinação de matizes e formas minerais.





 
 
 
 
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