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Invasão de plantas exóticas ameaça ecossistemas dos Aparados da Serra
 
Porto Alegre, RS - A Diretoria de Florestas (Diref) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) promove na próxima semana, de 2 a 4 de maio, em Cambará do Sul (RS), um simpósio sobre a invasão de plantas exóticas nas Áreas de Preservação Permanente e áreas de Reserva Legal nos Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. (v. nota ao final)

É uma vasta região - também conhecida como Campos de Cima da Serra - que compreende municípios como Canela, Gramado, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Vacaria, São Joaquim e outros. Mas há quem já a esteja chamando, ironicamente, de “Campos de Pinus da Serra”, referência a uma das espécies exóticas mais visíveis por lá.

O organizador do evento, engenheiro agrônomo Celso do Lago Paiva, especialista em invasões biológicas e analista do Ibama, observa que a região serrana dos dois estados “apresenta paisagens naturais de extraordinária importância, constituída principalmente por campos naturais e mata atlântica, com presença de muitas espécies endêmicas”.

No entanto, diz ele, essa diversidade tem sido abalada por incêndios para formação de pastagens, criações de gado, retirada de madeira e, nas últimas décadas, a rápida disseminação das plantas exóticas, como o pinus, que é visto por toda a parte, ocupando extensas áreas.


Pinus no campo rupestre nativo

Substâncias no solo

O agrônomo adverte que as espécies invasoras deslocam as plantas nativas, sombreando-as, e produzem substâncias alelopáticas (tóxicas) que, ao serem liberadas no solo, impedem o crescimento da vegetação original da região. Elas também afastam e intoxicam animais nativos, favorecendo animais domésticos e invasores, e reduzem o fluxo fluvial, entre outros impactos.

Entre as espécies exóticas na região, destacam-se o “pinheiro” estadunidense Pinus taeda (Pinaceae), que invade áreas de campos naturais no Parque Nacional de Aparados da Serra e  no Parque Nacional da Serra Geral, além de ser plantado intensivamente nos campos na Zona de Amortecimento dos Parques.

Nas Áreas de Preservação Permanente, nas áreas de Reserva Legal nos Aparados da Serra e nas áreas baixas no sopé da Serra Geral, a situação mais grave se refere ao “tojo” (Ulex europeus L., Leguminosae Faboideae), arbusto europeu que já contaminou áreas extensas de campos naturais em regiões temperadas brasileiras (Paraná e São Paulo) e em outros países da América do Sul, América do Norte, Oceania e África.

Em expansão
Muitas outras invasoras foram constatadas, com populações em expansão, como a “uva-japonesa” (Hovenia dulcis, Rhamnaceae, arbórea), o “beijo” (Impatiens walleriana, Balsaminaceae, herbácea), o “lírio-do-brejo” (Hedychium coronarium, Zingiberaceae, herbácea alta).

No total, são cerca de 80 espécies exóticas ameaçando os ecossistemas da região: 30 delas foram identificadas em áreas de vegetação nativa dos Aparados da Serra, e as demais são potencialmente invasoras, pois já alcançaram regiões vizinhas.

“A situação é altamente preocupante para algumas espécies, como o pinus, o lírio-do-brejo, o beijo, o tojo e a uva-japonesa, pois estão comprometendo sistemas nativos ao estabelecer populações densas e de crescimento muito rápido”, afirma Celso do Lago. “Essas espécies exóticas invasoras vão demandar esforços intensos e de custo elevado para seu controle e erradicação e já estão excluindo as plantas e animais nativos”, acrescenta.

Locais e formas de invasão
Geralmente as invasões surgem em locais perturbados por desmatamentos, extração de rochas e minerais, assoreamento, poluição, abertura e operação de estradas, caça, coleta vegetal e outros impactos de origem humana.

"Os responsáveis são variados, muitas vezes bem-intencionados ou mal-informados, como introdutores de plantas, institutos de pesquisa e extensão agropecuária, agricultores, colecionadores de plantas, os governos (pela falta de recursos para pesquisa e vigilância) e outros", explica Celso do Lago, que desde 1982 ele trabalha nessa área e, atualmente, é um dos responsáveis no Ibama por levantamentos e pesquisas de plantas exóticas invasoras em Minas Gerais e no sul do Brasil.


Texto de Ulisses A. Nene para a EcoAgência de Notícias. Reprodução autorizada, citando-se a fonte.
 

Fonte de pesquisa: EcoAgência  - www.ecoagencia.com.br







 

 
 
 
 
 
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