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A essência do Ikebana

A história do Ikenobo é a história do Ikebana.

Ikebana surgiu com Ikenobo e embora, em mais de 500 anos, outras escolas tenham se desmembrado do Ikenobo, diz-se que Ikenobo é a origem do ikebana. A história do Ikenobo inclui tanto o tradicional, como o criativo, os dois interagindo continuamente, encorajando novos desenvolvimentos no ikebana de hoje.


 
O homem, em todos os tempos, tem amado as flores, mas os nossos antecessores de ikebana perceberam que as flores não eram apenas belas, mas que elas poderiam também refletir o passar do tempo e as sensações de seus próprios corações. Quando captamos as mudas palavras das plantas e os seus movimentos silenciosos, podemos intensificar nossas impressões através da forma, uma forma que se transforma em ikebana. Arranjamos as plantas cortadas e retiradas da natureza, de maneira que elas encerrem uma nova beleza, quando colocadas num novo ambiente.

Mais do que a simples reprodução do contorno que a planta apresentava na natureza, é a criação com galhos, folhas e flores, de uma nova forma que inclui a nossa impressão sobre a beleza de uma planta, bem como a marca de nosso sentimento. Ikebana deveria também sugerir as forças da natureza com a qual as plantas vivem em harmonia - galhos curvados pelos ventos do inverno... uma folha semi-comida pelos insetos.

Ikenobo considera o botão de uma flor o mais bonito, porque em seu bojo encontra-se a energia da vida que se abre para o futuro. Em cada momento, plantas e homens respondem a um ambiente em eterna mutação. Junto com as plantas, os homens são parte vital da natureza e o nosso ato de fazer ikebana expressa este reconhecimento.

Como um poema ou pintura feita de flores, o ikebana de Ikenobo exprime tanto a beleza intrínseca das flores, como também a busca contínua do ideal de belo de nossos corações. O espírito do Ikenobo tem-se espalhado não só no Japão, mas no mundo inteiro. A beleza do Ikenobo serve cada vez mais para união de todos os povos.

Sen'ei Ikenobo
45º Grão Mestre de Ikenobo

Ikebana Ikenobo
No século XIV, o kuge passou a ser chamado tatehana. A justificativa para a mudança é que o arranjo, que tinha cunho apenas religioso, passa também a ter cunho estético, sendo apreciado por muitas pessoas. O evento que marcou essa passagem foi a presença de arranjos de ikebana na festa das estrelas (tanabata). Os arranjos que tinham por objetivo a oferenda para as estrelas foram expostos à apreciação das classes dominantes (nobreza e clero).

Com a ascensão dos samurais ao poder, e conseqüente enfraquecimento da nobreza (1334), a sociedade sofreu grandes transformações. É nessa época que surge a escola Ikenobo, a mais antiga e tradicional escola de ikebana, tanto que a história do Ikenobo é a história do próprio ikebana.

As mudanças nos costumes e ambientes através dos séculos refletem-se na evolução dos estilos de ikebana do Ikenobo. A cada ano surgem novos desafios para o ikebana, para expressar o espírito da época. Os estilos atuais incluem "Rikka", "Shoka" e o moderníssimo "estilo livre".

Rikka
A origem do Rikka encontra-se no estilo tatehana do século XVI. Atingindo sua plenitude no século XVII sob o grão-mestre do Ikenobo Senko II. Rikka é a base de todos os estilos posteriores do Ikenobo. Hoje continuam os estudos das formas tradicionais e modernas de Rikka.

Para fazer as sete ou nove partes básicas do Rikka, diversos materiais contrastantes se complementam e esses são arranjados num único vaso, exprimindo a beleza de uma paisagem natural. No bojo dos princípios deste estilo mais representativo de ikebana, há um terreno surpreendentemente fértil, possibilitando variação e adaptação aos ambientes contemporâneos.

Shoka

As origens do Shoka estão no ikebana mais simples do século XVIII. Shoka chegou à sua plenitude no século XIX, sob o grão-mestre Ikenobo Senjo.
Os três galhos principais do shoka shofutai: shin, soe e tai formam uma unidade que expressa a perpétua mudança na renovação da vida. Nele apresentamos a nossa impressão sobre a essência de uma planta, de maneira simples e bela. Shoka ergue-se graciosamente do nível d'agua ("mizuguiwa") completado com nossa percepção de vida que se esconde em cada galho, folha e flor.

Shoka shinputai, um novo estilo desenvolvido pelo atual grão-mestre, Ikenobo Sen'ei, transmite uma sensação moderna e alegre. As duas partes principais, shu e yo, relacionam-se mutuamente, com qualidades contrastantes, mas harmoniosas. Uma terceira parte, ashirai, é acrescentada com freqüência, como um toque final.

Estilo Livre
O estilo livre é o mais recente que surgiu da longa tradição do Ikenobo. Como expressão mais pessoal, combina com os ambientes e gostos contemporâneos. O estilo livre é muitas vezes dividido genericamente em estilo naturalista e estilo abstrato.
Ambos os estilos usam as plantas de um novo modo, respeitando, porém, a beleza e as qualidades essenciais de cada material. Desabrochando da criatividade de cada pessoa no manejo de materiais para surtir um efeito ou sensação, as possibilidades do estilo livre são ilimitadas.


Texto extraído do portifólio e livro: Ikenobo Ikebana Society
Instituto de Ikebana do Brasil
Ikebana - Arte e Criação no Estilo Ikenobo
Aliança Cultural Brasil - Japão.




 
 
 
 
 
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