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Cientistas anunciam que flores podem curar infecção hospitalar

A maria-sem-vergonha não se faz de difícil. Cresce em qualquer lugar úmido. E se espalha, dando flores com generosidade. Esta espécie tão comum e também o copo-de-leite, ambas de origem africana, venceram outros 50 tipos de flores numa pesquisa feita em um laboratório, da Universidade Católica de Brasília. Revelaram ter alta concentração de um princípio ativo capaz de destruir bactérias como o estafilococos e a escherichia coli, responsáveis pela morte de milhares de pacientes que contraem infecção hospitalar.

“Hoje nós temos uma parcela de medicamentos que basicamente funcionam contra essas bactérias, mas várias delas já se tornaram completamente resistentes aos antibióticos que nós temos. Então varias das infecções hoje não são controladas por nenhum medicamento comercial, e é por isso é que nos estamos tentando descobrir novos fármacos, novos compostos que possam auxiliar no combate a essas infecções”, afirmou o biólogo e professor Octávio Luiz Franco.

Os estudos se basearam nas práticas da medicina tradicional na África e na Índia, onde flores são usadas no tratamento de infecções.

São necessárias cerca de três mil flores para a produção de apenas um grama de principio ativo. Mas a equipe que faz esta pesquisa já descobriu um jeito de não destruir tantas plantas. A estratégia é usar um fungo que vai receber o material genético da planta. Cultivado em laboratório, ele é capaz de produzir uma grande quantidade da proteína que é fundamental para a fabricação do medicamento.

O extrato da flor do copo-de-leite é muito mais poderoso do que os antibióticos convencionais. Por exemplo: para se matar o mesmo tipo de bactérias com antibióticos é preciso uma dose 10 vezes mais forte do que o extrato da planta.

Se os testes com seres humanos comprovarem estes resultados, um novo remédio poderá combater a infecção hospitalar com menos riscos para os pacientes.

“Nós vamos estar submetendo os pacientes a uma quantidade menor de principio ativo, então nos vamos estar minimizando os efeitos colaterais que esses medicamentos causam no paciente”, disse Elizabeth de Souza Cândido, bióloga.

Mas, até que sejam alcançados os benefícios desta descoberta, como a redução das mortes nas Unidades de Terapia Intensiva, o processo é longo e rigoroso. Serão, pelo menos, dez anos de pesquisas e testes. E é importante alertar: ninguém deve tentar fazer, em casa, extratos de flores para uso médico.

“Na verdade quando a pessoa faz um extrato e tenta se curar com esse próprio extrato ela está colocando em contato com seu organismo milhares de outras moléculas que podem estar causando danos muito maiores do que a própria bactéria que causa a infecção hospitalar”, ressaltou Octávio Luiz Franco.

Uma proteína encontrada na maria-sem-vergonha já é usada em remédios que combatem os efeitos da leucemia. E o potencial das flores, de um modo geral, ainda pode surpreender os cientistas.

“As flores são muito pouco exploradas no mundo inteiro. Torço pra que muitas pessoas também estudem as flores e que a gente consiga descobrir novos compostos para várias doenças”, disse Octávio.

O Brasil, com grande variedade de espécies, é mesmo um campo fértil para estas pesquisas. E também para outro tipo de experiências com flores que desperta paixões no mundo inteiro, as orquídeas.

Um laboratório em Várzea Paulista, interior de São Paulo, realiza cruzamentos, clonagens e fertilização de orquídeas que podem ser vendidas por R$   400, R$   500 e até R$   1 mil.

A beleza é fundamental para a sobrevivência das espécies e as catleias são mestras nesta arte. O preço alto é justificado pela rara exuberância. E também pelo investimento no cultivo destas flores.

Nas estufas dos grandes produtores, o homem interfere na polinização da catleia. Lá é possível entender o incrível processo de reprodução de uma orquídea.

“A orquídea tem um diferencial muito grande em relação aos outros vegetais: os aparelhos reprodutores feminino e masculino ficam juntos. O aparelho reprodutor masculino é onde a planta carrega a bolsa com os pólens. O pólen é aonde, na natureza, o inseto com as costas ou com as asas, enrosca no local de onde sai uma bolsa. Aí, quando ele entra no lobelo da orquídea, ele acaba enroscando o pólen”, explicou Ivan Leonardo Todaro, técnico agrícola.

Após a fecundação, uma cápsula cresce no caule. E, dentro dela, até 60 mil sementes. Na natureza, elas seriam espalhadas com a explosão da cápsula e poucas vingariam. Mas no laboratório, os técnicos conseguem produzir cerca de 15 mil mudas com as sementes de uma cápsula.

No meio de cultura, com os nutrientes e as condições ideais, as sementes levam dois meses para germinar. Depois, os brotos são transferidos para outros frascos. Processo que se repete durante um ano e meio, até as mudinhas irem para a estufa-berçário.

Desde a fecundação, até a primeira florada de uma planta, são necessários seis anos de cuidados, com temperatura e umidade sob controle.

Só depois deste tempo, a catleia está pronta para exercer todo o seu poder de sedução, espalhar beleza e perfume na casa de quem compra ou ganha uma flor tão especial.



Fonte de pesquisa: G 1 Globo Repórter







































 
 
 
 
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