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Vale a pena neutralizar carbono?

Há quem busque a neutralização de carbono por puro marketing ou para se desobrigar de um comportamento ecologicamente correto. E há quem veja nessa atitude uma maneira de contribuir para um futuro melhor, de fazer sua parte na prevenção contra as catástrofes climáticas anunciadas. Seja qual for o motivo, a neutralização de carbono funciona? E, além da compensação de emissões, a prática tem outros efeitos ambientais?

Plantar árvores ganhou prioridade mundial. Sem elas, as futuras gerações correm risco de nunca mais escreverem um livro e muito menos de criarem filhos. Será o fim da máxima oriental “o homem se realiza quando planta uma árvore, escreve um livro ou tem um filho”. O alerta a respeito dos impactos do aquecimento global sobre o clima está na mídia, diariamente, em todo o planeta. A busca de soluções, ou formas de minimizar tais impactos, tira o sono de muita gente. É uma emergência mundial, e neutralizar o ‘inimigo’ está na pauta de governos, empresas e organizações não governamentais (ONGs). Mas individualmente também podemos fazer a nossa parte, e plantar árvores soa como uma boa opção, ao alcance de qualquer um.



Porém, primeiro, é preciso entender o que se faz e porque fazer. Ou, em outras palavras, quem é o ‘inimigo’ a ser neutralizado. O problema está na concentração de gases de carbono na atmosfera, sobretudo gás carbônico (CO2) e metano (CH4). Eles são os principais gases do chamado efeito estufa, capazes de ‘prender’ a radiação solar na atmosfera terrestre e aquecer o planeta. Apesar de parecer contrasenso, o efeito estufa é fundamental para a vida na Terra. Sem ele, não teríamos as condições climáticas ideais para a manutenção da biodiversidade, nosso planeta não teria vida. O problema, como dissemos acima, está na concentração dos gases do efeito estufa. Nos últimos 100 anos, as atividades humanas passaram a contribuir com grandes quantidades desses gases, aumentando a concentração natural e tornando o efeito estufa muito mais eficiente, ou seja, mais radiação solar fica ‘presa’ na atmosfera terrestre e o planeta começa a aquecer demais.

Passamos, então, a examinar o que contribui para o aquecimento global e como podemos reverter a situação, tarefa para centenas de cientistas reunidos no Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, cuja sigla, em inglês, é IPCC. De acordo com o cenário previsto pelo IPCC para um futuro próximo, se forem mantidas as emissões atuais de gás carbônico e metano, em 2100 a temperatura média da atmosfera ficará entre 4,5°C e 6ºC mais elevada, e o nível médio dos oceanos subirá 90 cm. Isso é suficiente para provocar catástrofes que atingirão ilhas e litorais densamente povoados e mudanças climáticas violentas - secas, inundações, furacões, desertificação - com conseqüências sobre as espécies vegetais e animais, como proliferação de insetos vetores de doenças e extinções em massa.

Diante da emergência, governos, empresas e organizações nãogovernamentais (ONGs) começaram a trabalhar em torno de leis, de incentivos à redução de emissões e do chamado mercado de carbono, a versão oficial da redução de emissões. No entanto, a prioridade e a urgência nas providências chegaram também aos indivíduos. Em casa, no trabalho, a tarefa de ‘formiguinha’ pode começar já. A mudança de hábitos e comportamentos pode contribuir com a redução das emissões de gases de carbono dos carros utilizados, e do metano gerado pelo lixo doméstico, por exemplo.

“A melhor coisa é você deixar de emitir. É o mais apropriado, o mais correto”, orienta Claudio Padua, diretor científico do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Por meio de controles simples — como fazer a coleta seletiva do lixo (estima-se que cada pessoa gere, em média, 5 kg de lixo por semana); evitar desperdício de energia elétrica, reduzir o consumo de água; comprar produtos de empresas ecologicamente responsáveis —, a família participa da redução de gás carbônico e metano.

O peso dos combustíveis derivados de petróleo nas mudanças de comportamento individuais é grande. Usar menos o carro; reduzir viagens de avião; trocar gasolina por álcool, tudo entra na conta, assim como reduzir os demais derivados de petróleo: plásticos, glicerinas, fertilizantes químicos. Alguns sites na internet disponibilizam formulários eletrônicos para se calcular a quantidade de gás carbono emitida em viagens ou em atividades cotidianas, embora nem todos tenham rigor científico. Melhor seria procurar especialistas para fazer a conta certa.

De posse do cálculo das próprias emissões, a pessoa pode compensar com o plantio de árvores aquilo que não der para reduzir. Também na internet há opções para se plantar árvores com um clique, e assim contribuir para a neutralização do carbono emitido. Se o plantio puder envolver ações no bairro ou na comunidade, melhor ainda. “Qualquer ação é boa, mas existem aquelas mais produtivas e eficientes”, comenta Claudio Padua. “Há necessidade de um certo volume de árvores que componham uma floresta para sustentar os sistemas contidos ali dentro. E isso só acontece se considerarmos volume. Uma idéia é criar um clube ou uma associação de pessoas com o mesmo objetivo. Arborizar uma praça, por exemplo, e com um volume maior de plantas atrair também os pássaros”. Ou seja, além de neutralizar carbono, o plantio tem ‘efeitos colaterais’ positivos sobre a biodiversidade.



Essa perspectiva de criar maciços florestais grandes, e beneficiar também a fauna nativa, é um modelo que atrai investimentos das empresas com objetivo de neutralizar carbono emitido. A Fundação SOS Mata Atlântica conduz programas de restauração florestal há 9 anos, e agora vem fechando parcerias e mais parcerias com empresas brasileiras interessadas na compensação de suas emissões. Os cálculos são realizados por consultorias especializadas (MaxAmbiental, Key Associados, e outras). “E esta tem sido uma contribuição importantíssima nas estratégias de proteção do bioma Mata Atlântica”, exemplifica Marcia Hirota, diretora da ONG.

De novembro de 2004 até agosto de 2007 foram plantadas 819.000 árvores. De novembro de 2007 a maio de 2008 serão plantadas 1.400.000, já patrocinadas. E por conta do envolvimento real dos parceiros com uma postura ambiental diferenciada – Bradesco, Volkswagen Caminhões, Química Amparo (produtos Ypê), e outros – a SOS Mata Atlântica já tem 90% de garantias de repetir o mesmo número de árvores para 2008/2009. “Do ano passado para cá, o aumento de empresas com a finalidade de plantar árvores como mecanismo de neutralização foi de 500%. E não são só empresas grandes, também pequenas e médias, e muitos organizadores de eventos culturais, esportivos, exposições, feiras. Tem até pessoas físicas neutralizando seus cursos de MBA ou o próprio casamento”, comenta Adauto Tadeu Basílio, diretor da SOS Mata Atlântica.

É o resultado de um trabalho sério da organização. A SOS tem equipes e contrata empresas para fazer os reflorestamentos com o foco principal de recuperar áreas de mananciais, matas ciliares, ou seja, com o propósito da conservação e produção da água. A neutralização é um ganho extra, enquanto a restauração é o principal. Quando as empresas procuram a organização com o propósito de neutralizar carbono são indicadas as consultorias especializadas, responsáveis pelo inventário de emissões. Só de posse do laudo de verificação, se a empresa quiser plantar as árvores com a SOS, então haverá o plantio.

Os reflorestamentos visam à diversidade, que começa na escolha das espécies de árvores, sempre acima do previsto em lei. No Estado de São Paulo, por exemplo, a obrigação é de plantar 80 espécies diferentes, pelo menos. As árvores mais conhecidas e populares são: ipês, jacarandás, cedros, pau-ferro e pau-viola.

Como a SOS, o IPÊ teve tanta demanda de seus parceiros tradicionais, que a opção foi criar uma empresa para atendê-los, chamada Arvorar. O cálculo da emissão de gases de carbono fica com outras consultorias especializadas (como a Fábrica Éthica Brasil), e a Arvorar fica com a mitigação das emissões, ou seja, o plantio, seguindo a filosofia de restauração florestal e Ecologia da Paisagem do Instituto. Há ainda a parceria com empresas de auditoria, que avaliam se tudo é feito de maneira apropriada, emitindo um certificado para o investidor de que, realmente, ele está seqüestrando o carbono emitido.

A mais recente parceria do IPÊ é com a empresa nacional fabricante de cosméticos Natura. “No caso da Natura, queremos dar seqüência aos projetos realizados no Pontal do Paranapanema e na região de Nazaré Paulista (ambos em São Paulo”, conta Claudio Padua. Os projetos são todos voltados para a construção de uma nova feição da paisagem, uma paisagem onde o ser humano está presente — o IPÊ reconhece a necessidade de atividade agrícola das comunidades —, mas é igualmente boa para a biodiversidade, para a água, para a qualidade de vida da região.

Os moradores são capacitados e passam a integrar os projetos. Hoje, com os cursos de capacitação desenvolvidos pelo IPÊ, no Pontal, foram instalados viveiros com capacidade total de produção de 550 mil mudas/ano. Um impacto social resultante dessa iniciativa é a venda de mudas florestais como fonte de renda alternativa para as comunidades, para pequenos produtores, alguns assentados da reforma agrária, todos inseridas no projeto. “A Natura pediu esse 'plus', um algo a mais, então se encaixa bem nos projetos que o IPÊ já tem de agroflorestas”, continua Padua. São corredores entre fragmentos florestais, usados pela fauna como passagem. “Isso é um algo a mais, não somente um reflorestamento. O carbono fica retido nas árvores plantadas, a comunidade é quem planta, a fauna é beneficiada”, complementa o diretor científico do IPÊ.

“Queremos fazer de um jeito diferente”, justifica Alessandro Carlucci, diretor presidente da Natura, ao anunciar a participação no projeto do IPÊ, dentro de um plano de neutralizar, até o final de 2007, todas as emissões de carbono que não puder reduzir. No total, a empresa investirá R$   7 milhões, com prioridade nos programas de reflorestamento e de desenvolvimento de energia sustentável. Ações paralelas, como mudanças no processo de produção — da matéria-prima às embalagens —, cuidam da redução das emissões e já estão em execução. O objetivo é chegar em 2012 com redução de 33% das emissões totais.

Numa visão pessoal, Eduardo Luppi, vice-presidente de Inovação da Natura, considera que a empresa se antecipa diante de um imposto que virá, com certeza. “Nós estamos diante de mais um imposto. Será impossível eliminar todos esses efeitos por iniciativa das próprias empresas ou entidades que o geram. Alguém fará isso, em nome da coletividade. E essa modalidade de imposto tende a ser tão alta que as empresas e a própria sociedade devem resolver o problema antes de pagá-lo”. Luppi pondera que essa não é uma opinião exclusiva dele, é o que já se fala em nível mundial. Aqui e ali, prefeituras adotam leis para neutralizar a emissão de carbono em eventos realizados em locais públicos, mediante um inventário das emissões. A exigência é de plantio em ruas e parques da cidade. Uma das últimas sugestões, ainda não adotada na prática, é uma espécie de ‘IPVArvore’, ou seja, uma taxa obrigatória para os carros que circulam nas grandes cidades, para compensar a emissão de gases de carbono.

Seja na forma de imposto ou por livre iniciativa, parece inevitável o envolvimento de cada cidadão do planeta com a mitigação de um problema global, causado por todos. E a neutralização com o plantio de árvores desponta com uma boa alternativa, graças aos tais ‘efeitos colaterais’ positivos. Mesmo cercada de concreto e asfalto, na calçada da sua casa, uma única árvore vai neutralizar um pouquinho de carbono enquanto alimenta insetos e aves e compartilha com todos uma boa sombra!

Informal X oficial

texto Liana John

Durante as reuniões posteriores à assinatura da Convenção das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (1992), foram ensaiadas diversas maneiras de se retirarem os gases do efeito estufa da atmosfera, além de se imporem limites às emissões. Uma das alternativas mais viáveis apontadas foi o plantio de árvores, pois a fotossíntese retira carbono da atmosfera e o crescimento de galhos e troncos estoca esse carbono, mantendo-o imobilizado como madeira. Desde que, é claro, a árvore não seja cortada e entre em decomposição, nem seja queimada, pois nestes casos o carbono voltaria para a atmosfera.

Um obstáculo prático a essa proposta era o fato de os maiores emissores – os países mais industrializados – terem poucas áreas disponíveis para plantio. A solução veio com a criação do Mecanismo do Desenvolvimento Limpo (MDL), um sistema de compensação por meio do qual o país emissor compensa as emissões que não puder reduzir em território próprio financiando projetos em países em desenvolvimento. O MDL inclui outros tipos de soluções, como o aproveitamento do gás gerado pelo lixo ou a produção de energia de biomassa, mas também o plantio de árvores. Tudo conforme regras rígidas de compensação e negociações feitas por meio de bolsas.

Esse mercado oficial de carbono, no entanto, não é acessível a qualquer um. Nem contempla a vontade – e a pressa – de contribuir das empresas, ONGs e indivíduos de países em desenvolvimento, não obrigados a reduzir emissões pela Convenção de Mudanças Climáticas. Aí nasceu a versão informal do seqüestro de carbono, a neutralização. O plantio de árvores fora do mercado oficial e sem os controles estabelecidos pelo MDL não é reconhecido pelas Nações Unidas. Mas, de fato, retira carbono da atmosfera. Desde que se cuide bem da árvore, garantindo sua existência por muitos e muitos anos, evidentemente.

Emissões
As principais contribuições dos indivíduos nas emissões de gases de carbono são a queima de combustíveis, o uso de energia elétrica, a produção de lixo, a aquisição de produtos não sustentáveis e a realização de queimadas. Os principais gases emitidos são o gás carbônico (CO2), o monóxido de carbono (CO) e o metano (CH4).

Fixação
Carbono é a matéria prima básica de todos os seres vivos, mas só as plantas o retiram da atmosfera, através da fotossíntese. Qualquer planta é inteiramente constituída de carbono. Para efeito de neutralização de emissões, porém, a parte que conta é apenas o carbono estocado na madeira das árvores. O carbono de folhas e ramos volta a ser emitido quando eles caem e se decompõem. Vira gás carbônico (CO2) se isso ocorre na presença de ar; ou metano (CH4), na ausência do ar (áreas inundadas).

Redução
A redução de emissões individuais deve ser combinada às ações de neutralização. Você pode: rodar menos com o carro, optar por álcool ao invés de gasolina, restringir viagens de avião, evitar desperdícios de energia, escolher eletrodomésticos de baixo consumo, reduzir a produção de lixo, consumir produtos sustentáveis, comprar de empresas comprometidas com baixas emissões, evitar incêndios e queimadas.



Fonte de pesquisa: EPTV.COM
















 
 
 
 
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