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Um jardim sem ervas daninhas é igual a uma pessoa sem defeito.
 
 
 
 
 
Morrendo lindamente

Numa tarde fria de janeiro, na minúscula vila de Hummelo, na Holanda, o paisagista Piet Oudolf, envolto num casaco pesado, sai para o jardim da fazenda de 1850 onde mora com a mulher, Anja. Depois de alguns passos, ele pára e aponta, com orgulho, para a haste de funcho murcho num canteiro de ervas também moribundas. “Normalmente, a essa altura, as pessoas que curtem jardinagem já teriam arrancado tudo isso”, diz. “Para mim, os esqueletos das plantas são mais importantes que as flores”.O holandês, 63 anos, crê que o verdadeiro teste para jardins bem projetados não é o quão lindamente eles florescem e sim o quão belamente fenecem. “Não se trata de vida ou morte, mas sobre ser bonito”, diz.

Há cerca de três décadas, as idéias (algumas vezes não convencionais) fazem de Oudolf uma estrela na Europa - onde seu trabalho inspirou um movimento de encontros de design ecológico chamado de New Wave Planting por seus seguidores - e começa a conquistar fãs nos Estados Unidos. Ele criou importantes jardins, como o do Millennium Park, em Chicago, e o Battery, em Nova York; e também para o parque que irá cobrir o elevado High Line, na baixa Manhattan, em setembro. Esses jardins, como em todos os seus projetos, incorporam e reafirmam sua doutrina estética fundamental: a forma e a estrutura das plantas é mais importante que suas cores.

No jardim de meio hectare do próprio Oudolf, as plantas mortas e adormecidas são esculturais, mas não agressivas; comoventes, mas apaziguadoras contra o fundo calmo e quase monocromático. Descendo a vereda que parte da casa, uma jardineira de tijolos sustenta a touceira de capim japonês, cujas folhas de cor sépia e caídas trazem à mente os fantasmas shakespearianos. Mais ao longe, onde sebes contínuas bem podadas imitam um horizonte de montes, o jardim abre-se para o “prado perene”: três canteiros circulares, com cerca de 14 m de diâmetro cada um, ostentam diferentes misturas de espécies ornamentais e gramíneas. “As plantas perenes são dinâmicas”, diz ele. “Elas são rápidas. Em um ano, você pode ver todo o seu ciclo de vida.”

Oudolf trabalha muito com espécies nativas da América do Norte e muitas delas vêm das pradarias americanas. Perambulando entre os canteiros do jardim, onde se percebe a riqueza de texturas das plantas e a paleta de marrons (do claro ao quase preto), ele aponta as cabeças de um prata etéreo das asclépias do pântano, em minúsculos canteiros dourados. “Veja as formas em contraste com os capins! Quando elas congelam ficam ainda mais belas.”

Na juventude, Oudolf trabalhou como barman, gerente de peixaria, metalúrgico e garçom, antes de conseguir um emprego num viveiro e apaixonar-se por plantas, quando tinha 26 anos. Em dois meses, já estava numa escola noturna e, quatro anos depois, tinha se graduado como paisagista. “Quando comecei, há 34 anos, tudo era focado no tradicional jardim inglês”, diz. Ele começou a usar grama ornamental como bordadura perene e passou a procurar por mais espécies que combinassem com gramíneas. Abriu uma empresa de paisagismo em Haarlem, na Holanda, em 1976, e seus primeiros jardins passaram a aparecer na mídia, no início nos anos 80.

A mudança, em 1982, para Hummelo - onde passou a dedicar mais tempo à experimentações com plantas - e o know-how que ganhou com o trabalho compensaram: seu conhecimento é reconhecido como inigualável entre paisagistas e é a chave, segundo ele, para sua habilidade em compor um jardim onde as plantas fazem um belo conjunto em qualquer estação do ano. Mas ele é claramente mais artista que cientista. Um de seus livros, Designing With Plants (Timber Press, 1999), inclui capítulos como “O Sublime e o Misticismo”, além de discussão sobre forma, luz, cor e textura.

No jardim de Hummelo, por um momento o sol aparece e Oudolf ofega. Ele presta muita atenção ao modo como as plantas balançam com a brisa e captam a luz . “Ter belas plantas não significa ter um belo jardim. Algo é completo quando tudo forma um conjunto”.


Sally Mcgrane



Fonte de pesquisa: Jornal O Estado de São Paulo








 
 
 
 
 
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