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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos.
 
 
 
 
 
Um negócio bem adubado

Quem produz plantas ornamentais pode lucrar até 20% por ano.Um viveiro de plantas para jardins pode ser comparado ao mercado financeiro: quanto maior o risco, mais altas as chances de boa rentabilidade. Para quem se aventura no cultivo e no comércio de plantas, o risco é lidar com um produto perecível e sensível a chuvas e geadas. Para os bem-sucedidos, a rentabilidade pode chegar a 20% ao ano.

Se você ficou interessado no potencial do negócio, calma lá. De fato, o ramo é atrativo. Mas só germina, cresce e dá frutos, nas mãos de quem planeja tudo direitinho: da pesquisa sobre o mercado, à escolha do produto e a forma de vendê-lo.

Estima-se que o comércio de plantas ornamentais - sem contar flores de corte e arranjos, movimente perto de R$      1 bilhão ao ano no Brasil. "Os dados mostram que na última década o crescimento anual foi de 5%, os números são uma estimativa porque há muitos viveiros informais, que funcionam na casa do proprietário e comercializam sem registro algum.

Mercado em crescimento

Há perspectiva de que a demanda por plantas ornamentais aumente. Três fatores são determinantes: o paisagismo é cada vez mais valorizado no mercado imobiliário, as pessoas estão ficando mais tempo em casa e há um interesse cada vez maior pelo contato com a natureza.

O primeiro passo para quem quer abrir um viveiro de plantas ornamentais é se informar sobre o negócio. É preciso ter noções de cultivo, produção de plantas e paisagismo.
A escolha dos produtos a serem vendidos é um dos itens mais importantes. É melhor que o empreendedor eleja uma única planta ou um grupo semelhante delas e tenha na cabeça: vou ser o melhor do Brasil nesse cultivo. A vantagem de se produzir um único produto é que o solo, a luz e o adubo serão os mesmos para toda a produção, o que reduz os custos.

O que plantar

No ramo de plantas ornamentais, vale a máxima de que, fica rico quem vende água no deserto. Ou seja, de nada adianta produzir uma planta que ninguém procura ou outra da qual há muita oferta na praça. A necessidade do mercado a que o futuro viveirista pretende atender, é que determinará a escolha do produto. São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina são grandes pólos consumidores de plantas. De um tempo para cá, houve a regionalização do país, o que causou demanda em outros estados.

O público consumidor pode ser a vizinhança do negócio ou, no oposto extremo, outros países. O cliente tem que ser definido antes da abertura do viveiro, para que sua necessidade oriente a escolha do produto. O futuro empreendedor que nada conhece sobre o mercado de plantas deve pesquisar a demanda do mercado com paisagistas e concorrentes.

No que diz respeito aos produtos, vale lembrar que estamos falando de dois grandes grupos: as plantas de giro rápido, que em pouco tempo são semeadas, crescem e são vendidas, e as adultas, que dão muito mais lucro, mas que não geram receita durante o período de cultivo.
Escolhido o tema da produção, o viveirista tem que pensar em ser diferente do concorrente. A qualidade da planta e a garantia de que ela não tem pragas nem doenças são essenciais. O diferencial tem que estar nos valores que você agrega ao produto, uma embalagem especial por exemplo.

Quanto investir

O mínimo para começar um viveiro são sementes, terra, estacas, embalagens e dinheiro extra para pagar despesas fixas, enquanto não há lucro. Novos viveiristas começam em áreas de 5 mil m².

A forma de cultivo, em campo aberto, sob tela de sombreamento ou em estufas computadorizadas, deve ser somada no investimento inicial. O mínimo para começar, levando em conta que só haverá o proprietário e um funcionário e que já exista terreno disponível para o cultivo, gira em tomo de R$      25 mil.

Para quem tem o terreno disponível, mas não a verba, uma dica é o programa Floricultura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que financia esse empreendimento. O crédito de até R$      50 mil é para implantação ou melhoramento da produção. O empréstimo pode ser solicitado na rede bancária brasileira e o solicitante tem até cinco anos para pagá-lo. Os juros atuais do BNDES são de 8,75% ao ano mais as taxas do banco credor.

O lucro

A grande oferta fez os preços das plantas caírem, mas a rentabilidade ainda é alta. Há viveiros que chegam aos 20%. Como em outros negócios, o lucro costuma vir só depois de seis meses. O retomo do valor total do investimento leva quatro anos, mas novos investimentos no viveiro precisam ser constantes para aumentar a área de cultivo, fazer propaganda e contratar mais funcionários. Para quem começa, uma boa idéia é se unir a associações de produtores de plantas ou a centrais de abastecimento. Esses lugares costumam ser grandes chamarizes para quem compra grandes quantidades de espécies variadas.

Outra dica é tornar-se fornecedor de uma das grandes lojas de jardinagem, conhecidas como garden centers. É um segmento que cresce com bastante profissionalismo no Brasil.


Fonte de pesquisa: Revista Natureza



Recentemente (13/05/2008) recebemos este e-mail do BNDES
:

Prezados Senhores, Em recente artigo  "Um negócio bem adubado  " queremos fazer uma retificação de um programa agropecuário que foi mencionado no artigo. Esclarecemos que o referido programa foi extinto em dez.2003. No sentido de informar os seus leitores quanto aos programas agropecuários existentes atualmente segue abaixo o endereço para consulta:

http://www.bndes.gov.br/programas/programas.asp#agro

Atenciosamente,

Central de Atendimento do BNDES

 









 
 
 
 
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